Gastronomia, culinária e outros interesses para os apaixonados
pelo prazer de cozinhar, comer bem e harmonizar.

Por Luciane Daux

sexta-feira, julho 26, 2013

26/07/2013 - Sopas: conforto e sabor para os dias de frio

EDIÇÃO DE 26/07/2013  DA COLUNA COZINHA DE ESTAR/JORNAL NOTÍCIAS DO DIA, por Luciane Daux
Numa semana de baixíssimas temperaturas, o sabor do desejo foi um consenso: sopinhas quentes com poder de comfort food. Ou seja, promovem um aconchego e trazem um bem estar instantâneo.

Canja terapêutica
Dom Pedro II foi seu fã mais nobre. Todo mundo gosta, é uma unanimidade. A canja, que chegou ao Brasil pelas mãos de Portugal, tem origem asiática. Depois de voltar das Índias, o médico da Corte e naturalista português Garcia da Orta (1490-1570), escreveu Colóquios dos Simples e Drogas e Coisas Medicinais da Índia, em 1563, onde mencionou um certo “caldo de arroz, ou canje”. O pesquisador americano Stephen Rennard, da Universidade de Nebraska Medical Center, elevou o prato ao posto de “remédio”. Segundo ele, caldo de galinha e legumes, como cebola, cenoura e batata, têm o poder de retardar o movimento dos os glóbulos brancos (leucócitos) que, embora ataquem os germes invasores, também são responsáveis por grande parte dos sintomas do resfriado. Espirrou? Canja de linha já!

Jantares harmonizados
Chile - Um jantar elegante, onde a culinária e a harmonização estarão a cargo do jornalista enogastronônico e sommelier João Lombardo, que recentemente andou pelo país andino. Entre os pratos, Charquicán de carnes com frescal de São Joaquim ao molho de Cabernet Sauvignon, e vinhos de variadas vinícolas daquele país. Na Essen Imperial e Enoteca Decanter de São José, dia 29/07, às 20h.
Espanha - Os vinhos da bodega Abadal trazem a singularidade das colinas detrás de Barcelona, num um misto de modernidade e respeito pelas condições ambientais. Para harmonizar com esses vinhos, os chefs Daniel Lauria e Rafael Campagnolo, do Restaurante Amalfi (Il Campanario, Jurerê Internacional) elaboraram menu onde um dos pratos será o risotto de jamon serrano, redução de laranja e amêndoas laminadas. O jantar acontecerá no dia 01/08 às 20h. 
Ambos o jantares somente sob reserva pelo fone 3223-1500.

Feijoada orgânica? Tem, sim senhor!
Feijoada e frio, tudo a ver! E para quem curte alimentação orgânica, surge essa opção: aos sábados de julho, na Lagoa, no Restaurante Integral Orgânico (Rua Manoel Severino de Oliveira, 564) e no Centro, no Café à Corter (Avenida Trompowsky, 172). Bacana!

Tyson do Brasil
Chowder de batata baroa com milho e crocante de frango
(4 porções)
2 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) bem cheias de farinha de trigo
500ml de caldo de galinha com baixo teor de sódio e gordura
800ml de leite integral
500g de batata salsa (mandioquinha, batata aipo) cozida
200g de milho verde congelado
100 ml de creme de leite
Noz moscada e pimenta do reino a gosto
Sal e pimenta do reino a gosto

1.        Bata no liquidificador o caldo de galinha com a batata cozida. Reserve.
2.        Numa panela funda, junte a manteiga e a farinha de trigo. Doure. Vá acrescentando o leite e mexendo sempre para não empelotar. Junte o creme feito com a batata e o caldo.  Mexa bem até ferver e engrossar.  Junte então o milho verde ainda congelado. Junte o creme de leite, noz moscada, sal e pimenta do reino.
3.        Sirva em porções individuais, salpicando por cima os cubinhos dourados de frango e a salsinha picada.
4.        Para os croûtons crocantes de frango: corte 300g de filé de peito de frango em pequenos cubos de 1cm e tempere-os com suco de meio limão e o sal. Deixe tomar gosto por 30 minutos, frite bem até dourar em uma colher (sopa) de manteiga, salpique com salsinha e reserve.
5.        Fonte: WWW.macedo.com.br

Bluegum Stock Xchng
Creme de abóbora com gengibre
(6 porções)
1 kg de abóbora de pescoço em cubos de 2 cm
1 cebola média picada
2 dentes de alho picado
1 colher (sopa) bem cheia de gengibre fresco picado
2 colheres (sopa) de manteiga
1 litro de  caldo de legumes
½  litro de leite integral
Sal, pimenta do reino, pitada de pimenta síria (opcional), noz moscada a gosto
200ml de  creme de leite (opcional)

1.        Numa panela grande, refogue a cebola na manteiga, em fogo baixo. Junte o alho e o gengibre picado e refogar de novo.
2.        Acrescente a abóbora, aumente o fogo e refogue até começar a dourar.
3.        Acrescente a água, o pó para caldo de legumes e deixe ferver em fogo baixo até que a abóbora esteja macia. Desligue, deixe amornar e bata no liquidificador.
4.        Volte a sopa para a panela, junte o leite, noz moscada, sal, pimenta do reino, pimenta síria.  Deixe que ferva por 5 minutos. Desligue
5.        Sirva a sopa, colocando pequena porção de creme de leite (opcional) no centro do prato, para decorar.

6.        Se desejar, sirva dentro de uma abóbora cabotiá, previamente assada por uma hora e meia sem a tampa.

sexta-feira, julho 19, 2013

19/07/2013 - Bolinhos salgados, hummm!

EDIÇÃO DE 19/07/2013  DA COLUNA COZINHA DE ESTAR/JORNAL NOTÍCIAS DO DIA, por Luciane Daux
Bolinhos fazem parte da vida da gente. Todo mundo a-do-ra! Um pouco sumidos do cardápio, por conta da excomunhão da fritura dos nossos cardápios, a boa notícia é que muitos deles podem ser feitos também no forno, em formas anti-aderentes. Não é pra fazer todo dia, mas de vez em quando pode. Num fim de tarde frio, num final de semana entre amigos, ou num almoço no meio da semana com a família... Bolinhos. Irresistíveis!

Letota stock Xchng
Bolinhos de siri
2 xícaras (chá) de carne de siri limpa
1 xícara (chá) de batatas cozidas e espremidas
1 colher de sopa de salsa picada
½ cebola picada
2 gemas
2 claras em neve
óleo para fritar
Molho de pimenta a gosto

1. Coloque o siri e a batata numa vasilha, junte a pimenta-do-reino, a salsa, a cebola, as gemas e as claras em neve.
2. Mexa até obter uma massa homogênea.
3. Faça os bolinhos, colocando-os diretamente no óleo  para fritar.
4. Vire-os para ficarem dourados por igual.
5. Escorra e sirva.
6. Se desejar, coloque colheradas sobre uma forma anti-aderente levemente untada e leve ao forno médio a 220oC até dourarem.

Sadia
Bolinhos de arroz com mortadela e queijo
2 ovos
2 1/2 xícaras (chá) de arroz branco cozido
100g de queijo mussarela ralado + 50g de queijo parmesão ralado
1 dente de alho picado
10 ramos de salsinha picados
5 talos de cebolinha picados
Sal e pimenta do reino moída na hora a gosto
200g de mortadela defumada fatiada e picada
2 xícaras (chá) de óleo de soja para fritar

1.        Na função pulsar do liquidificador, bata os ovos e o arroz. Adicione os outros ingredientes, menos o óleo e a mortadela e bata bem.
2.        Transfira a massa para uma vasilha, acrescente a mortadela e misture.
3.        Em uma frigideira funda, aqueça o óleo. Modele pequenos bolinhos com o auxílio de 2 colheres de sopa e frite, aos poucos, até ficarem dourados e crocantes.
4.       Com ajuda de uma escumadeira, escorra os bolinhos e disponha-os sobre papel absorvente. Sirva em seguida.
5.        Fonte: www.sadia.com.br

Stock Xchng MeiTeng
Camarões empanados

Esse é imbatível para um fim de tarde. Para a massa: misture ½ xícara de chá de cada: farinha de trigo, amido de milho e fubá fino. Junte 2 claras de ovo (apenas batidas), meia lata de cerveja branca, salsinha e sal a gosto. Deixe descansar na geladeira por 30 minutos. À parte tempere 500g de camarões médios com suco de limão, sal e pimenta. Aqueça óleo de soja. Seque os camarões e passe-os rapidamente pela massinha e frite-os em fogo médio! Ou leve ao forno médio a 220oC até dourarem.

sexta-feira, julho 12, 2013

12/07/2013 - Tudo a favor do contrafilé

EDIÇÃO DE 12/07/2013  DA COLUNA COZINHA DE ESTAR/JORNAL NOTÍCIAS DO DIA, por Luciane Daux
Por muito tempo esse corte foi visto com alguma inferioridade em relação ao filé mignon. De fato, o mignon é macio. Mas em se tratando de sabor, o contrafilé – maior corte, correspondendo a 14% do boi – é imbatível. Bom de churrasqueira, grelha, frigideira, panela e forno, faz desde um steak australiano até um aperitivo bem popular atualmente, a bananinha.

Suculência absoluta
Repouso da carne – ao ser colocada em contato com o calor, a umidade da carne tende a se concentrar no centro do corte. Assim, se cortarmos o filé em seguida que ele sai da frigideira, porque o suco da carne está concentrado todo no centro, ela tende a “sangrar”, perdendo muita umidade.  Aguarde uns 3 minutos antes de servir, para que os sucos voltem a se espalhar pelo corte, deixando a carne mais suculenta.

Tudo do contrafilé, mas o nome ...
Uma peça de contrafilé pode ser dividida em várias partes, e cada uma delas ganhará um nome diferente, dependendo do país ou região. Bife de chorizo (com gordura) para “los hermanos” argentinos, strip loin para os americanos e entrecête para os franceses. Bife de costela para nós, bife ancho ou noix, a parte mais suculenta do contrafilé E quem diz é Istvan Wessel, o grande mago das carnes, com quem concordo plenamente, pois é meu corte favorito. Bife de olho, rib eye. Qual o seu preferido?

SC Gourmet inicia semana que vem em Blumenau
Acontece na próxima semana a 3ª edição da SCGourmet, mostra que reunirá produtores de queijos, vinhos, especiarias, embutidos e outros produtos de delikatessen do Brasil e do exterior. O evento oferecerá palestras e workshops de interesse do público gourmet e de profissionais da gastronomia.
SC Gourmet – Mostra Brasileira de Queijos, Vinhos e Delikatessen
Quando: 17 a 20 de julho, das 16 às 22 horas
Local: Vila Germânica, em Blumenau/SC
Mais informações: http://www.scgourmet.com.br

Didge Steakhouse Pub/Divulgação
Strip Steak com country potato
350g de contrafilé
Óleo de soja
Sal e pimenta do reino a gosto
Cebolinha verde picada para decoração (opcional)
100g de molho bechamel
10g mostarda amarela
10g de mostarda l´ancienne
Sal e pimenta do reino branca a gosto
01 batata média (300g) com casca

1.        Prepare o molho: faça uma base de bechamel (molho branco tradicional) e acrescente os demais ingredientes do molho e mexa bem. Reserve.
2.        Tempere a carne com sal e pimenta do reino a gosto. Esquente bem uma frigideira ou uma grelha e acrescente um fio de óleo. Grelhe a carne até o ponto desejado, virando na metade do processo.
3.        Lave e seque a batata sem retirar a casca, corte em seis gomos e frite por imersão em óleo quente até que o centro esteja macia.
4.        Montagem: coloque a carne grelhada, o molho aquecido, as batatas fritas, cebolinha verde para decorar.
5.        A tradicional receita australiana é do Chef Leo Goulart, do Didge Steakhouse Pub.

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Ao forno com ervas
1 peça de 1kg de contrafilé
Sal e pimenta do reino a gosto
5 dentes de alho
6 colheres (sopa) de salsinha e cebolinha picadas
2 colheres (sopa) de folhinhas de tomilho fresco

1.        Tempere a peça de contrafilé com sal e pimenta do reino a gosto. Leve em fogo médio a uma frigideira com um pouquinho de manteiga, virando sempre até que dourem todos os lados.
2.        Transfira a carne para uma assadeira. Esfregue na carne os dentes de alho e as ervas picadinhas.

3.        Leve ao forno por 30 minutos ou menos, se desejar que a carne fique mal passada.

sábado, julho 06, 2013

Tilápia, saborosa surpresa

DivulgaçãoEstou trabalhando em Lages essa semana inteira. Apesar do frio nem tão intenso neste ano como em anos anteriores, gosto de vir para cá, onde sempre sou muito bem recebida pelos Lageanos e amigos que moram por aqui. 
Ontem, a convite do casal Aroni e Barbara Nunes, comi tilápia pela primeira vez. A tilápia tem sido amplamente cultivada na serra catarinense, ao lado da truta. Confesso que tinha um certo preconceito por se tratar de um peixe de água doce, porém como adoro truta, fui cheia de vontade.

Fomos ao Galpão Capão do Cipó. Pelo nome já deu para sentir que o lugar só poderia ser absolutamente ... lageano. A lareira acesa, a decoração com objetos campeiros e algumas antiguidades, a inigualável hospitalidade do dono do lugar e de meus anfitriões já prometiam uma noite especial.
Luciane Daux
Foi quando chegou os pratos que pedimos: tilápia frita e tilápia galponeira. Capazzzzz!, como dizem os gaúchos! Fui cheia  de vontade primeiro na tilápia frita. Filezinhos macios e suculentos envoltos por uma casquinha crocante e sequinha (zero de gordura, e o segredo está em empaná-los em uma mistura de farinha de trigo, amido de milho e fubá). O proprietário, que volta e meia vinha à mesa saber se estava tudo bem e explicar os pratos, trouxe-nos um molhinho especial feito de alcaparras. Me esbaldei!
Luciane Daux

Depois provei a famosa tilápia galponeira. Um
molho de tomate muito bem feito (receita secreta da esposa do proprietário) e muito queijo envolvendo a tilápia fazem do prato o carro chefe da casa. É uma parmigiana de tilápia, como bem descrita para nós.
Um vinho tinto colonial e boa conversa completaram a experiência gastronômica que foi muito especial!

sexta-feira, julho 05, 2013

05/07/2013 - Quinoa, grão de ouro

EDIÇÃO DE 05/07/2013  DA COLUNA COZINHA DE ESTAR/JORNAL NOTÍCIAS DO DIA, por Luciane Daux
A milenar quinoa era cultivada pelos Incas e hoje agrada desde chefs de cozinha a nutricionistas, passando pelos celíacos e também pelos vegetarianos. É cultivada no Peru e Bolívia, mas Colômbia, Equador e, modestamente, o Brasil, também estão produzindo. Ganhou mais notoriedade depois que a NASA, agência espacial americana, acrescentou-a à dieta dos astronautas em vôos de longa duração. Para terem uma ideia da importância do grão, a ONU declarou que 2013 é o ano internacional da quinoa. Você já experimentou?

Luciane Daux
Calda de sorvete para o inverno
Não tem como não surpreender nesse inverno com uma dica dessas, que dá um requinte especial a qualquer festa “julina”, não acha?  Sorvete de quentão com calda de gemas.
1 pote de sorvete de quentão

2 gemas
2 xícaras (chá) de leite
4 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de amido de milho
Gotas de essência de baunilha

1.        Em uma panela dissolver o leite com o amido de milho, o açúcar e as gemas peneiradas. Levar ao fogo e mexer até ferver. Colocar as gotas de essência de baunilha. A dica é da Rejane Zanotta, da Amoratto.

Com a palavra, as nutricionistas
  •    “A quinoa é um pseudo-cereal com alto teor de fibras, óleos essenciais como Omega 3 e 6, isento de glúten. Encontra-se forma de flocos ou farinhas e é excelente opção para quem precisa aumentar a quantidade de fibras na dieta. Deste modo, podem estar presentes em saladas, compondo pratos em substituição aos cereais, pães, panquecas, biscoitos entre outros.”  Jaqueline Chicoski, nutricionista.
  •     As alunas do curso de Nutrição da Univali, Sara Souza e Angélica Flôres, sob orientação da professora Dra. Sandra Melo elaboraram receita de almôndegas enriquecidas com quinoa com o objetivo de aumentar o consumo de fibras, minerais e vitaminas na alimentação escolar. O prato teve 90,5% de aceitação no grupo de 126 crianças, com idade entre 6 e 10 anos, no município de Navegantes. Os ingredientes: carne moída (patinho), cebola de cabeça, alho, cebolinha verde, salsinha, ovos caipiras, quinoa em flocos (no lugar da farinha de rosca) e sal. Elas foram feitas na forma assada, para manter a qualidade nutricional. Muito bacana, Sara e Angélica!


Luciane Daux
Nhoque de quinoa
250 g de quinoa em grão crua
2 ovos batidos
2 colheres (sopa) de alecrim fresco picado        
Sal
1 litro de água
Farinha de trigo para moldar os nhoques

1.        Cozinhe a quinoa por 15 minutos, exatamente como arroz, colocando o dobro de água um pouco de sal e azeite. É importante que ela fiquei soltinha e fria.
2.        Junte dois ovos, sal e alecrim fresco picadinho.
3.        Enfarinhe uma superfície com trigo. Faça uma bola (bola de tênis) e vá apertando a quinoa nas mãos até ela formar uma massa. Forme “cobrinhas” e vá cortando como no nhoque tradicional ou bolinhas do diâmetro de uma moeda de um real.
4.        Cozinhe em água fervente (exatamente como nhoque tradicional) e retire imediatamente quando os nhoques subirem (em torno de 15 segundos).
5.        Grelhe os nhoques com manteiga antes de servir para que adquiram uma crosta dourada incrível.
6.        Receita da Chef Gabriela Gabriela Pakuczewsky, da Menu Confiance Agência de Gastronomia. Gabriela, que é banqueteira e food stylist.

Luciane Daux
Tabule de quinoa
2 xícaras (chá) de quinoa em grãos já cozida e fria
4 tomates picados sem sementes
1 cebola picadas
1 maço de hortelã picada
2 maços de salsinha picada
1/2 xícara de azeite de oliva
suco de 1 limão
sal a gosto
2 colheres (chá) de pimenta Síria ou da Jamaica

1. Tempere a quinoa com o azeite, o limão e o sal.
4. Junte a cebola, o tomate, a hortelã, a salsinha e a pimenta síria. 
5. Forre uma travessa com alface, e coloque a salada de quinoa no meio e sirva.




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Obrigada pela visita!

Lu