Gastronomia, culinária e outros interesses para os apaixonados
pelo prazer de cozinhar, comer bem e harmonizar.

Por Luciane Daux

sábado, setembro 25, 2010

24/09/2010 - Delícias ao ar livre

EDIÇÃO DE 24/09/2010 DA COLUNA COZINHA DE ESTAR/JORNAL NOTÍCIAS DO DIA
Por LUCIANE DAUX


(foto divulgação)
Chegou a primavera, e com ela as possibilidades todas de passar mais tempo ao ar livre. Que tal um picnic? Pode ser na praia, montanhas ou no jardim dos fundos da casa. Basta arrumar comidinhas deliciosas em uma cesta de vime, uma toalha xadrez e disposição, quem sabe até para jogar peteca. As receitas de hoje são bem próprias para um encontro divertido, e podem ser feitas de véspera. Divirta-se!

Pick nick ou piquenique?
A palavra teria vindo do inglês pick (apanhar) + nick (instante), embora os franceses defendam que a palavra tenha origem em piquer (comer bocadinhos, beliscar) + nique (algo pequeno, sem valor).

Check list
Não se esqueça de levar:
Água
Abridor de garrafas/saca-rolhas
Frutas frescas
Guardanapos
Máquina fotográfica
Mantinha para esticar no chão
Protetor solar
Repelente
Sacos de lixo
Kit de 1os socorros

Jogando peteca (ilustração Robson Minghini)
Determina-se um espaço, dividido ao meio por um traço. Cada jogador se locomove por todo o espaço, até a linha divisória, na tentativa de rebater a peteca para o outro lado. Se ela cair no seu próprio lado, o adversário marca um ponto; se sair do espaço delimitado é considerado "fora" e não há penalidades para nenhum dos dois. Pode-se determinar um número de pontos e quem o atingir será o vencedor, enquanto o perdedor cederá a vez a outro participante. A peteca pode ser qualquer coisa que tenha mais ou menos o mesmo formato e pode ser feita com papel. (fonte: Espaço Compartilhado)

Bolinhos de chocolate (foto divulgação)
1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de açúcar
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
2 colheres (chá) de fermento em pó
1 pitada de sal
1/2 xícara (chá) de leite
1/4 xícara (chá) de manteiga derretida
1 ovo inteiro

1. Misture a farinha de trigo, açúcar, chocolate em pó, fermento e sal.
2. Junte o leite, manteiga e o ovo e misture bem até que a massa fique homogênea.
3. Se desejar, acrescente gotas de chocolate, nozes ou amendoim à massa.
4. Encha 2/3 de forminhas forneáveis médias com a massa.
5. Leve ao forno médio pré-aquecido por 25 a 30 minutos.
6. Pode fazer os bolinhos de véspera e guardá-los em recipiente com tampa. Ficam macios por 2 ou 3 dias.

Rocambole de pão de forma (foto Cherry Blossom)
12 fatias de pão de fôrma sem casca
10 folhas de alface em tirinhas
1 peito de frango cozido e desfiado
2 colheres (sopa) de molho de maionese
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
1 colher (sopa) de salsinha picada
sal a gosto

1. Misture a alface, o peito de frango, molho de maionese, queijo parmesão e a salsinha. Acerte o sal. Reserve.
2. Coloque 2 fatias de pão de fôrma lado a lado, transpassando-as em 2cm. Passe um rolo de massa até que fique uma tira fina. Faça o mesmo com as fatias restantes.
3. Sobre cada tira espalhe 1/6 do recheio e enrole bem apertado. Sobreponha esse pequeno rocambole sobre a outra tira, recheie-a e continue enrolando. Repita até acabar as tiras de pão e o recheio. Enrole em filme plástico ou papel alumínio e leve à geladeira. Leve-os enroladinhos ao piquenique e fatie-os lá.
4. Opcional: pincele uma camada de molho de maionese sobre os rocamboles e polvilhe com gergelim.

sábado, setembro 18, 2010

17/09/2010 - 100 anos de liquidificador

EDIÇÃO DE 17/09/2010 DA COLUNA COZINHA DE ESTAR/JORNAL NOTÍCIAS DO DIA, por LUCIANE DAUX

(foto divulgação Kitchenaid)
O liquidificador, um dos mais úteis e versáteis eletrodomésticos, foi inventado pelos americanos em 1904. Era ainda um trambolho ligado a um motor de transmissão. Mas foi em 1910, quando ganhou um motor compacto acoplado, que passou a ser vendido para uso doméstico e já habitava a cozinha. Faz 100 anos que ele liquida nossos problemas, com o perdão do trocadilho. Em segundos, ele faz sucos, gelo picado, queijo ralado, molho de maionese, milk shakes, massa de panqueca, bolo e pão, entre as suas mil utilidades. Há dias em que a melhor frase de uma receita pode ser “ponha todos os ingredientes no liquidificador e bata: está pronto”, não é verdade? Em homenagem a esse grande amigo, receitas facílimas para fazer num já!

Milkshake light (foto divulgação)
Essa eu aprendi com a Luiza, minha filha (ela já deixa as porções de frutas picadas no freezer). Congele uma banana prata e seis morangos. Bata-os por 2 minutos no liquidificador com um copo de leite desnatado e adoçante a gosto. Fica espesso como os milkshakes dos fastfood! Se preferir, use leite integral e açúcar.

3 pitadas
  • Leia sempre o manual antes de utilizar qualquer eletrodoméstico.
  • Coloque sempre os ingredientes líquidos primeiro no copo do liquidificador, depois os outros. Fica mais fácil de bater.
  • Alimentos muito duros como gelo, queijo e castanhas requerem a função pulsar, para não travarem a lâmina. Pulse algumas vezes e, quando o alimento estiver mais pastoso, ligue na velocidade escolhida.

Novidade (foto divulgação Arno)
A Arno lançou o liquidificador Convivio, que traz junto o acessório Serv-fácil, permitindo que o suco seja servido diretamente no copo com muito mais praticidade. As peças são fáceis de desencaixar e limpar e também podem ser lavadas na máquina lava-louças. Na www.pontofrio.com.br por R$ 169,90

Torta de requeijão e mortadela (foto divulgação)
1 xícara (chá) de óleo
3 ovos
2 xícaras (chá) de leite
50g de queijo parmesão ralado
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó

Recheio:
2 tomates cortados em rodelas
1/2 xícara (chá) de azeitonas picadas
1/2 xícara (chá) de mussarela ralada
1/2 pote de requeijão
150g de mortadela fatiada

1. No liquidificador, bata o óleo, os ovos, o leite e o parmesão. Misture a farinha de trigo e o fermento.
2. Em uma forma de 22 cm de diâmetro com fundo removível, coloque metade da massa, distribua as rodelas de tomate, a azeitona, a mussarela, colheradas de requeijão e a mortadela.
3. Cubra com o restante da massa e asse no forno pré-aquecido a 200oC durante 45 minutos ou até dourar.
4. Dica: Varie o tipo de mortadela, use a defumada, light ou a condimentada. (fonte Revista Anamaria)

Bolo tipo brownie (foto divulgação)
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
3 ovos
2 colheres (sopa) de açúcar ou açúcar magro
3 colheres (sopa) de manteiga
1 xícara (chá) chocolate em pó
1 xícara (chá) de nozes inteiras ou amendoim torrado sem casca
Chocolate granulado a gosto para decorar

1. Reserve as nozes inteiras ou os amendoins torrados e sem casca.
2. Coloque todos os outros ingredientes no liquidificador e bata.
3. Com uma colher, misture as nozes picadas ou o amendoim.
4. Unte uma forma de bolo inglês com manteiga. Coloque ali a massa.
5. Leve ao forno médio pré-aquecido em banho-maria até que a massa esteja ainda brilhante por cima, e ligeiramente úmida por dentro (confira com um palito).
6. Desenforme depois de frio. Salpique com chocolate granulado ou nozes ou amendoins. Sirva gelado.



domingo, setembro 12, 2010

10/09/2010 - Detalhes de uma vida simples

EDIÇÃO DE 10/09/2010 DA COLUNA COZINHA DE ESTAR/JORNAL NOTÍCIAS DO DIA
Por LUCIANE DAUX

A panela de ferro descansando horas sobre a chapa quente traz a promessa de molhos grossos e doces macios e cremosos. Quem resiste a uma deliciosa comida feita no fogão de lenha? O aconchego da cozinha quente convida a dois dedinhos de prosa, enquanto do forno ao lado já começa a cheirar o bolo, feito com a mandioca ou o milho, colhidos há pouco... Ter um fogão a lenha em casa, nos centros urbanos, é privilégio de poucos. Com jeitinho conseguimos adaptar algumas receitas aos fogões modernos, e perfumar nossas casas com o cheiro da saborosa culinária da fazenda, num resgate à simplicidade tão necessária no nosso dia-a-dia. (foto divulgação)

"Me lembro como se fosse ontem do cheiro do frango caipira sendo refogado naquele calor intenso do fogão a lenha e, logo alí do lado, o feijão cozinhando por horas na panela de ferro. O arroz, a guariroba, o quiabo e as verduras fresquinhas da horta completavam a refeição na fazenda. Vivências como esta aquecem a alma, aguçam os sentidos e permanecem vivas na nossa memória... Ainda hoje consigo sentir aquele cheiro." Maristela Franco Paes Leme, leitora que veio de Quirinópolis/GO para morar em Florianópolis há 9 anos.

Você sabia?
Os índios Timbiras e Tupi-guaranis chamavam o fogão a lenha de tucuruba, que consistia em um buraco feito no chão, protegido por pedras. Sobre elas era assentadas as vasilhas de barro e cerâmica com o alimento dentro. O cozimento lento deixava a comida com um sabor singular. Com o passar do tempo, esse fogão foi sofrendo alterações até se transformar no artefato que conhecemos hoje.

Turismo na colônia (foto divulgação)
Uma nova forma de fazer turismo surge em SC. É a Acolhida na Colônia, que propõe valorizar o modo de vida no campo através do agroturismo ecológico. São agricultores familiares do nosso Estado que abrem suas casas para compartilhar o seu saber fazer, suas histórias e cultura, suas paisagens. Passeios sem pressa, banhos de cachoeira, o frescor e aroma da mata Atlântica. A hospedagem é simples e aconchegante. A comida feita no fogão à lenha, mesas fartas, sobremesas típicas, tudo com ingredientes orgânicos, garantindo com isso uma alimentação saudável para o visitante. Os roteiros são vários. Saiba mais e encontre boas receitas aqui: http://www.acolhida.com.br

Doce criatividade (foto divulgação)
Adorei o mimo: brigadeiro de colher como lembrancinhas de festa! Vem num potinho personalizado com o motivo da festa, e uma colher amarradinha a uma fita. E o brigadeiro é tu-do de bom. Muito original e bonito. A ideia é da Doce Segredo Brigadeiros, de Florianópolis. Mais informações pelo fone 3234-6732 http://www.docesegredobrigadeiros.blogspot.com/


Frango ensopado com mingau de milho verde (foto Renata Gallo)
(Receita de Renata Gallo)
1,5 kg de frango em pedaços, cortado à passarinho
1 colher (sopa) de açúcar
1 cebola picada
2 tomates picados
1 lata pequena de extrato de tomate
Água
Cheiro verde


Mingau:
10 espigas de milho
1 litro de água
1 colher (sopa) de manteiga
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
1 sachê de caldo de galinha
Sal e pimenta a gosto

1. Passe a faca na espiga e, com o mínimo de água, bata o milho no liquidificador. Peneire e reserve.
2. Derreta a manteiga e refogue o alho e a cebola. Depois junte o sache de caldo de galinha e 1 litro de água. Quando a água estiver quase fervendo, junte o caldo de milho aos poucos.
3. Mexa sem parar por cerca de 30 minutos. Tempere com sal e pimenta.
4. Em uma panela, polvilhe o açúcar. Assim que começar a caramelizar, coloque o frango temperado (com sal, pimenta do reino e limão) e refogue.
5. Depois de dourar o frango, acrescente a cebola e o tomate. Quando murcharem, junte o extrato de tomate e um pouco de água para refogar o frango. Deixe cozinhando e, para finalizar, acrescente o cheiro verde picado.
6. Para servir, coloque no prato o mingau de milho e, por cima, o frango ensopado. Tempere o prato com algumas gotinhas de limão, de preferência, limão-rosa.

Bolo de Mandioca (foto Bianca Santana)
1 Kg de mandioca crua ralada (aipim)
2 xicaras (chá) de leite
3 xícaras (chá) de açúcar
3 colheres (sopa) de manteiga
3 ovos
1 xícara (chá) de queijo ralado
100 g de coco ralado
1 colher (sopa) rasa de fermento em pó

1. Misture todos os ingredientes em uma tigela.
2. Unte e enfarinhe uma assadeira e coloque ali a massa.
3. Leve ao forno médio pré-aquecido e asse por 40 minutos.
4. Espere esfriar, corte em quadrados e sirva.

quinta-feira, setembro 02, 2010

03/09/2010 - Amor à primeira garfada

EDIÇÃO DE 03/09/2010 DA COLUNA COZINHA DE ESTAR/JORNAL NOTÍCIAS DO DIA, por LUCIANE DAUX

(foto divulgação)
O tomate, originário das Américas Central e Sul, já era consumido nas civilizações inca, maia e asteca, que, como sempre, sabiam de tudo um pouco e bem antes de todo mundo. Apesar de ser presença obrigatória na cozinha mediterrânea - em especial a italiana-, apenas no século XVI aparecem os primeiros registros da presença do tomate, e foi na Espanha. Mas cair no gosto popular só foi acontecer no século XIX, quando os europeus que voltavam de suas viagens ao Novo Mundo traziam a fruta vermelha a bordo. Considerado venenoso no início, era usado apenas para decoração. No entanto, quando caiu na panela, foi amor à primeira garfada. Gaspacho, molho ao sugo, bolonhesa, ou à moda provençal, só dá tomate, vermelhinho e leve para você fazer receitas simples mas muito gostosas.

Super-poderoso
Quem diria! O tomate nosso de cada dia está mais e mais em voga pelos benefícios fitoterápicos que tem. Quanto mais maduro, melhor. A cor vermelha é conferida pelo licopeno, um antioxidante poderoso no combate aos radicais livres, retardando o envelhecimento, protegendo contra o câncer (inclusive o de próstata) e fortalecendo o sistema imunológico. Vitamina C e potássio também estão presentes. E ainda melhor são as calorias baixíssimas: em torno de 25 em cada unidade média. As pessoas que têm ácido úrico elevado devem evitá-lo.

Fazendo tomates secos (foto divulgação)
Utilize 2 ½ kg de tomates tipo pêra (ovais) e sal. Pré-aqueça o forno a 100o C ou na temperatura mais baixa possível. Retire as grelhas do interior do forno, apare e elimine as pontas dos cabos dos tomates. Corte-os ao meio no sentido do comprimento; arrume-os com o lado cortado para cima, lado a lado, sobre as grelhas do forno e não deixe que encostem uns nos outros (esse detalhe é muito importante). Salpique levemente com sal , coloque as grelhas no forno e asse até que os tomates encolham e fiquem secos, de 6 a 12 horas. Verifique-os de tempo em tempo, devem ficar flexíveis e nem um pouco quebradiços; tomates pequenos secarão mais rapidamente que os grandes. Retire cada tomate do forno assim que secarem. Transfira-os para sacos com fechos herméticos e durarão infinitamente. (Fonte: Fleishmann Culinária Doméstica)

Sentidos à prova (foto José Luiz)
Uma degustação de vinhos "duplamente às cegas" foi realizada em sua primeira edição esta semana na Enoteca Decanter, orientada pela Sommelier Regina Essenburg. Dezesseis pessoas participaram como degustadores, na maioria deficientes visuais ou cegos totalmente. Os de visão normal participaram com olhos vendados. O projeto, cuja sequência já está sendo planejada, foi elaborado pela ACIC-Associação Catarinense para Integração do Cego, juntamente com a Essen Vinhos e Decanter Importadora, e visa a inclusão de pessoas com deficiência visual ou cegas a novas experiências dos sentidos, assim como inseri-las na cultura do vinho. O Chef Alexandre Di Bernardi, parceiro nesta edição, apoiou a iniciativa oferecendo um jantar, possibilitando a harmonização enogastronômica. Acompanhei com muito prazer, junto a colegas de outros veículos de comunicação, essa positiva atitude de responsabilidade social, numa iniciativa elogiável da ACIC e Essen e Decanter.

Mousse de pomodorini (tomatinhos) (foto Eliana Kouri)
(Receita de Eliana Kouri. Tive o prazer de provar essa delícia feita por ela)
1/2 kg de tomatinho cereja
1 saquinho de gelatina em pó sem sabor (12 g)
folhas de manjericão
sal azeite de oliva
Obs.: use cada saquinho de gelatina sem sabor para 1/2 litro de tomate batido/processado.

1. Processe os tomates cereja até que formem um líquido cremoso.
2.À parte, dissolva um pacotinho de gelatina em pó sem sabor em 5 colheres de sopa de água e leve ao microondas por 10 a 15 segundos.
3. Misture a gelatina aos tomates processados, acrescente sal e azeite extra virgem de oliva a gosto e algumas folhas de manjericão.
4. Coloque numa forma e leve a geladeira. Simples e delicioso!!!
5. Se desejar, faça um molho pesto batendo manjericão e azeite de oliva, e sirva com bolas de mussarella de búfala (foto).
6. Rendimento: 6 porções

Tomates recheados à provençal (foto divulgação) -RECEITA VEGETARIANA E ECONÔMICA
6 tomates grandes inteiros
½ cebola picada
2 dentes de alho picados
1 abobrinha italiana picada (sem a parte das sementes)
½ berinjela picada
1 tomate sem pele picado
1/3 de xícara (chá) de azeitonas pretas em rodelas
1 xícara (chá) de arroz cozido
6 folhas de manjericão ou 3 raminhos de tomilho (escolha um dos dois)
4 colheres (sopa) de azeite de oliva

  
  1. Refogue a cebola no azeite até murchar. Junte o alho, e em seguida berinjela e a abobrinha verde. Refogue rapidamente. Tire do fogo.
  2. Misture ao refogado o tomate picado, o arroz cozido, as azeitonas e as folhas de manjericão picadas ou os raminhos de tomilho. Acerte o sal.
  3. Corte uma tampa nos tomates grandes e esvazie o seu interior, com o auxílio de uma colher pequena.
  4. Recheie-os com a mistura de arroz, e leve-os ao forno médio por 30 minutos.
  5. Como opção, misture 3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado ao arroz, antes de rechear.
  6. Importante: escolha entre o manjericão e o tomilho, para uma erva não anular a outra.
  7. Se quiser, acrescente atum ao recheio.
  8. Rendimento: 6 porções.


quarta-feira, setembro 01, 2010

30/08/2010 - Sentidos à prova


(fotos José Luiz)
Uma degustação de vinhos "duplamente às cegas" foi realizada em sua primeira edição esta semana na Enoteca Decanter, orientada pela Sommelier Regina Essenburg (foto). Dezesseis pessoas participaram como degustadores, na maioria deficientes visuais ou cegos totalmente. Os de visão normal participaram com olhos vendados.
O projeto, cuja sequência já está sendo planejada, foi elaborado pela ACIC-Associação Catarinense para Integração do Cego, juntamente com a Essen Vinhos e Decanter Importadora, e visa a inclusão de pessoas com deficiência visual ou cegas a novas experiências dos sentidos, assim como inseri-las na cultura do vinho.

O Chef Alexandre Di Bernardi, parceiro nesta edição, apoiou a iniciativa oferecendo um jantar, possibilitando a harmonização enogastronômica. Acompanhei com muito prazer, junto com João Lombardo (Programa Pão e Vinho - Record News), Fernando Mansur (Programa Momento Temperado, TVCom), Hermann Byron (Jornal Imagem da Ilha) e Beto Barreiro (Programa Beto Barreiro, TVCom), essa positiva atitude de responsabilidade social, numa iniciativa elogiável da ACIC e Essen e Decanter.
Foto: Chef Alexandre Di Bernardi, Sommelier Regina Essenburg,
Marco Antonio (observador oficial da ACIC), Solange
(coordenadora de eventos da ACIC) e Luciane Daux

Essen Vinhos e Decanter Importadora:
Rua Hermann Blumenau, 207, Centro - Florianópolis/SC
(48) 3223-1500

Cantina Di Bernardi:
Av. Hercílio Luz, 10, Centro - Florianópolis/SC
(48) 3223-2321
Sinta-se à vontade para comentar os posts.
(faça seu comentário ao final de cada post, no símbolo da canetinha).

Obrigada pela visita!

Lu