Gastronomia, culinária e outros interesses para os apaixonados
pelo prazer de cozinhar, comer bem e harmonizar.

Por Luciane Daux

sexta-feira, julho 23, 2010

Restaurante Villa do Porto e Zahil promovem degustação de vinhos na 3a, dia 27/7

Na terça-feira, dia 27, o Villa do Porto e a importadora Zahil promovem nas dependências do restaurante uma degustação de vinhos para 40 clientes. Na ocasião, serão degustados quatro rótulos - dois neozelandeses e dois espanhóis- que harmonizam perfeitamente com opções do cardápio da casa, que tem sua base nas gastronomias açoriana e espanhola.

Os rótulos degustados na noite são: o Framingham Souvignon Blanc 2008 e o Framingham pinot noir 2008, provenientes da Nova Zelândia e os rótulos Vina Alberdi 2003 e o Aster Crianza 2003, que são os vinhos espanhóis. A degustação inicia às 20 horas.

Villa do Porto
Rua Quinze de Novembro, 123- Santa Antônio de Lisboa
Informações e reservas: (48) 3234-1000.
http://www.villadoporto.com.br/

23/07/2010 - Esse friozinho pede uma feijoada!

EDIÇÃO DE 23/07/2010 DA COLUNA COZINHA DE ESTAR/JORNAL NOTÍCIAS DO DIA, por Luciane Daux

A origem é controvertida: dizem que nasceu nas senzalas, quando os escravos aproveitavam as partes menos nobres dos porcos consumidos na casa grande. Será? Pois os portugueses têm a feijoadinha de camarão e até de marisco, mais antigas do que a nossa. O fato é que ela é o prato típico do nosso País, e não sem razão. Dez entre dez brasileiros adoram feijoada, não só pelo sabor marcante do feijão com as carnes e verduras, mas pelo “pacote completo”, com caipirinha e o samba que sempre acaba por aparecer. Uma feijoada é sempre um evento, e nunca é para pouca gente. Agora que o inverno parece que veio para ficar, aproveite e reuna a família, a turma, os vizinhos, e força no feijão!

Feijoada inesquecível – dica do leitor (foto Pier 54)
“Spazio Jurerê Internacional. Fui no fim de semana. Estava com clima de feijoada, que é fundamental: chuvinha, frio... Tinha bom caldinho e um gostoso pagode que animava o clima. Boa caipira! Recomendo!”  Isabella Althoff

“A feijoada do Pier 54 é uma delícia, fora a vista que é espetacular (foto). E a Rosana e o Juan são show de bola.” Jacqueline Daux Baltazar

"Feijoada da Lindacap. Sempre muito saborosa e bem variada!” Paulo Hoeller

“Recomendo a feijoada do Hotel Maria do Mar. Delícia!” Grace Serratine e Christiane Lopes Vieira

“A feijoada do Aguas Mornas Palace Hotel é excelente.... apesar de não ser em Floripa, é muito próximo e o passeio vale a pena!” Milton Luiz Horn Vieira (Mamadeira)

“Gosto muito da feijoada do Taikô, Shopping Iguatemi.” Alencar Santos (Kaká)

“Mulher
Você vai fritar
Um montão de torresmo pra acompanhar
Arroz branco, farofa e a malagueta
A laranja-bahia ou da seleta
Joga o paio, carne seca, toucinho no caldeirão
E vamos botar água no feijão”
(trecho da música Feijoada Completa, de Chico Buarque) (foto divulgação)

Feijoada vegetariana (foto shackus)
Para fazer uma feijoada vegetariana basta criatividade. Substitua as carnes em geral por cenoura, berinjela, ervilhas frescas, pimentão vermelho e uma boa porção de carne de soja preparada! A dica é da nutricionista Roseli Ribeiro. Fonte: http://www.pea.org.br/





Para colecionar
Feijoada do Nego Querido (foto divulgação)
Ah, que saudades de tudo isso... Na casa da minha mãe, todos os sábados o cozido e feijoada eram feitos pelo Juventino João Machado (o Nego Querido, aquele mesmo da Passarela do Samba). Tem gente que faz feijoada só com as carnes. Querido fazia do seu jeito, e ficava maravilhoso.

2 kg feijão preto escolhido
4 colheres (sopa) óleo de soja ou azeite de oliva
2 cebolas picadas
4 dentes de alho picados
2 folhas de louro
½ kg lombo suíno defumado*
½ kg costelinha suína defumada*
½ kg paio*
½ kg carne seca*
½ kg lingüiça de pernil
½ kg chuchu
½ kg aipim
½ kg batata doce
½ kg abóbora de pescoço
1 repolho cortado em 4 partes
4 maços de couve mineira em folhas
1 repolho inteiro

Para acompanhar:
Pirão de feijão
Couve mineira refogada com toucinho
Laranja em rodelas
Vinagrete
Arroz branco
Pimenta malagueta

1. Deixe todas as carnes defumadas e salgadas* de molho em água fria desde o dia anterior, trocando a água pelo menos 3 vezes. Mantenha as carnes na geladeira.
2. No dia seguinte, num panelão fundo, faça um bom refogado com a cebola, alho e louro.
3. Refogue junto as carnes escorridas e secas com papel toalha, por pelo menos 10 minutos.
4. Junte o feijão preto escorrido e lavado, e complete com água o bastante para cobrir todas as carnes, mais 4 dedos. Tampe, deixe ferver e mantenha no fogo baixo.
5. Junte a lingüiça de pernil.
6. Quando a água do cozimento já estiver bem escura e começando a ficar com sabor, acrescente uma verdura de cada vez, respeitando o tempo de cozimento delas. Primeiro a mais demorada: aipim, seguida pela batata doce, repolho, chuchu, abóbora e a couve mineira.
7. À medida que as verduras forem ficando prontas, vá retirando com uma escumadeira e reservando à parte.
8. Prove, coloque sal se necessário, e, quando as carnes estiverem macias, sirva com os acompanhamentos.
9. Rendimento: 15 porções.

Bolinho de feijão (foto Luciane Daux)
(Do caderno de receitas da minha mãe, feito com feijão da feijoada)
3 xícaras (chá) de feijão de feijoada com bagos
½ xícara (chá) de farinha de mandioca crua
½ colher (sopa) de fermento em pó
Bacon picado e frito (opcional)

1. Leve ao fogo o feijão da feijoada, com não muito caldo. Quando ferver, junte meia xícara de farinha de mandioca e mexa, como um pirão. Acrescente o fermento em pó.
2. Deixe cozinhar bem até soltar do fundo da panela.
3. Desligue, deixe esfriar e faça bolinhos.
4. Frite-os em bastante óleo quente até ficarem crocantes por fora.

sexta-feira, julho 16, 2010

16/07/2010 - Cheirinho de canela no ar!

EDIÇÃO DE 16/07/2010 DA COLUNA COZINHA DE ESTAR/JORNAL NOTÍCIAS DO DIA, por Luciane Daux

(foto divulgação)
É inconfundível. Você sente o cheiro de longe e sabe que está saindo alguma coisa com canela do forno. Alguma coisa muito gostosa ... Toda uma transformação acontece: a boca enche de saliva, o nariz aspira mais profundamente tentando reter aquele aroma sedutor, e você começa a fantasiar com uma fatia de torta de maçã e canela com chá de flores. Ou um rolinho de canela com cafezinho preto. Ou só um chocolate quente, perfumado com canela. Tudo conspira, inclusive o nome científico, "cinnamomum", derivado da palavra indonésia "kayu manis", que significa madeira doce. Não adianta fugir, você vai ter que saciar esse desejo!

"Adornei a minha cama com cobertas, com colchas bordadas de linho do Egipto.
Perfumei o meu leito com mirra, alóes e cinamomo* ...
Vem! Embriaguemo-nos de amor até ao amanhecer,
Porque o meu marido não está em casa".
(* canela)
(Livro dos Provérbios da Sagrada Escritura, atribuído a Salomão,
no versículo "As Seduções da Adúltera")

Chocolate quente com charme (foto Tina Rupp)
Misture 1 litro de leite integral com ½ xícara (chá) de açúcar e leve ao fogo baixo. Pique 200g de chocolate meio amargo e misture ao leite fervente. Desmanche bem o chocolate e sirva em canecas de vidro, com um stick de canela e creme chantilly (opcional).

Sabores da memória
“São várias as nossas lembranças saborosas! O polvo grelhado do restaurante tailandês Thai, na Lagoa da Conceição, tem um sabor inesquecível, com destaque à textura e ao aroma. Em São Paulo, comemos no restaurante Due Cuochi o maravilhoso carpaccio de Kobe, boi japonês que é massageado, conferindo maciez à carne marmorizada (entremeada com a gordura, que dá o gosto). O prato de lagostins grelhados do restaurante Crizia, em Buenos Aires, é extraordinário e, em Paris, o magret de cannard com foie gras do Le Procope é de fazer os deuses sorrirem... Vem acompanhado de batatas assadas na manteiga e o ideal para a taça é um vinho Bourgogne tinto.”
Luciana e Zulmar Accioli de Vasconcellos, cirurgião plástico



Para colecionar
Rolinhos de canela (foto divulgação)
(do meu caderno de receitas, cinnamon roll é uma receita típica americana)
Massa:
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
3 colheres (chá) rasas de fermento em pó
½ colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de açúcar
½ xícara (chá) de manteiga
2/3 xícara (chá) de leite

Recheio:
3 colheres (sopa) de manteiga derretida
¼ xícara (chá) de açúcar branco
¼ xícara (chá) de açúcar mascavo
1 colher (sopa) de canela em pó

Glacê:
1/3 xícara (chá) de açúcar de confeiteiro
1 colher (sopa) de leite

1. Para a massa, misture todos os ingredientes secos em uma tigela.
2. Acrescente a manteiga e misture bem até parecer uma farofa.
3. Junte o leite os poucos, até obter o ponto de massa de abrir.
4. Misture todos os ingredientes do recheio e reserve.
5. Abra a massa no formato de um retângulo e espalhe o recheio. Enrole como um rocambole. Corte fatias de 2 cm cada e acomode-as lado a lado em uma assadeira untada e enfarinhada.
6. Leve ao forno médio pré-aquecido por 15 minutos ou até dourarem.
7. Para o glacê, misture o açúcar de confeiteiro ao leite.
8. Sirva os rolinhos frios ou quentes, com um pouco de glacê por cima.
9. Rendimento: 6 rolinhos.

Torta fácil de maçã (foto In My Box)
2/3 xícara (chá) de farinha de trigo
¼ xícara (chá) de creme de leite
1 xícara (chá) de leite
1 colher (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
3 maçãs Fuji descascadas e cortadas em cubos de 2 cm
1 colher (chá) rasa de canela em pó
1 pitada de sal
Raspas de um limão
2 colheres (sopa) de extrato de baunilha
¼ xícara (chá) de açúcar cristal
3 ovos grandes
1 colher (chá) de açúcar de confeiteiro

1. Ligue o forno.
2. Unte uma forma grande ou 4 pequenas, de fundo falso.
3. Numa tigela bata o creme de leite com o leite, ovos, farinha, sal, canela, açúcar, raspas de limão e extrato de baunilha. Bata bem até encorpar.
4. Espalhe a massa no fundo da forma.
5. Cubra a massa com a maçã em cubinhos.
6. Leve ao forno médio pré-aquecido por 30 a 40 minutos ou até dourar.
7. Retire do forno, deixe esfriar e desenforme.
8. Polvilhe o açúcar de confeiteiro e sirva.
9. Rende 6 porções.

sexta-feira, julho 09, 2010

09/07/2010 - Pasta fresca, feita em casa

EDIÇÃO DE 09/07/2010 DA COLUNA COZINHA DE ESTAR/JORNAL NOTÍCIAS DO DIA, por Luciane Daux

Minha avó Otília, que completa 100 anos em novembro, faz a melhor pasta fresca desse mundo. Filha de italiana com grego, amassa com determinação a mistura de ovos (um por pessoa, ela ensina) e trigo até o ponto de cortar, quando então teremos um fetuccine na manteiga - ou ao alho e óleo, meu preferido - de encher a boca d’água. Feito somente em raras ocasiões para a família, ou para alguém muito especial que mereça tamanha honraria, o “Macarrão da Vó Tila” é, sem dúvida, uma das coisas mais gostosas que já comi, e talvez a mais simples. Recentemente ela me ensinou tudo, passo a passo, mas não tem massa como a dela. Se você não tem a minha sorte (que tenho uma avozinha fofa e determinada), aprenda como se faz uma massa fresca e ponha em prática no próximo almoço de família. Escolha um molho simples, como o que proponho hoje, para valorizar sua obra-prima. Mãos à obra, literalmente! (foto álbum de família: Otília Garofallis Fialho ensina a neta Luciane a fazer pasta fresca)

Qual massa com qual molho? (ilustração divulgação)
“A escolha do molho é fundamental para o sucesso de um prato à base de massa. Cada tipo/formato de massa assimila melhor um tipo de molho. Massas finas e compridas pedem um molho leve, massas tubulares e curtas podem levar um molho de consistência média (como bechamel, ragôut, etc.), massas recheadas necessitam de um molho que complemente seu recheio em sabor e textura e massas largas pedem molhos ricos.” A dica é do Chef Newton Figueiredo, da Cozinha de Autor, em São Paulo WWW.cozinhadeautor.com.br

Bico fino
Florianópolis está cada vez mais sofisticada e o mercado está acompanhando. Pelos corredores das lojas do Hippo Supermercados já se encontram ingredientes para os paladares mais refinados, como foie gras (que significa fígado gordo) de ganso com Trufa, foie Gras de Pato e até a trufa negra italiana, com preços competitivos.

Grandes Chefs em SC (foto divulgação)
A 3ª Edição da Semana Internacional de Gastronomia da Costa Esmeralda acontecerá de 24 a 31 de julho, entre os municípios de Bombinhas, Itapema e Porto Belo. Iniciativa do Costa Esmeralda Convention & Visitors Bureau, a idéia vem estimular o turismo de inverno daqueles balneários. Workshops com chefs de cozinha locais e com os renomados Alex Atala, Claude Troisgros, Emmanuel Bassoleil, Olivier Anquier (foto), Luigi Tartari e Fabrice Lenud fazem parte da programação. As inscrições estão abertas em http://www.semanadegastronomia.com.br/


Curso de culinária vegetariana
O Babele café, bistrô e empório orgânico oferece Curso de Culinária com um módulo por semana, em Jurerê Internacional. No programa do módulo I, que acontece amanhã, estão técnicas de culinária sem o uso de leite e ovos, pizzas com queijo Babele, risotos e molho branco sem lactose e sopas, entre outros. O próximo módulo será sobre uso do leite vegetal e, na sequência, o assunto será bolos integrais, sem lactose e sem ovos. Mais informações em WWW.babele.com.br
Quando: sábado, dia 10/07, das 15 às 19h
Investimento: R$ 75,00 por módulo
Inscrições: babele@babele.com.br ou 3369-2809

Para colecionar
Massa fresca (foto Atlas)
(Chef Newton Figueiredo)
200g farinha de trigo
2 unid ovos tipo extra, batidos
Sal refinado o quanto baste
Semolina (para descansar) o quanto baste

1. Em um bowl, coloque a farinha e faça um monte no centro (como um vulcão).
2. Acrescente os ovos e o sal no centro deste vulcão.
3. Vagarosamente misture-os à farinha no sentido do centro para fora.
4. Trabalhe a massa com a ponta dos dedos e a palma das mãos até obter uma mistura bem homogênea.
5. Sove a massa com as mãos até que ela esteja elástica e lisa, incorporando a semolina aos poucos, até a massa ficar em ponto de abrir.
6. Descanse a massa por 30 minutos.
7. Abra a massa e corte.
8. Cozinhe em água fervente salgada no momento do serviço.

Molho de tomates cereja (foto divulgação)
(Chef Newton Figueiredo)
1 bandeja de tomates cereja
½ cebola picadinha
1 dente de alho picadinho
4 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 maço de rúcula precoce (mini)
Pimenta jalapeños o quanto baste
Sal o quanto baste

1. Corte os tomates cereja ao meio e reserve
2. Sue o alho no azeite lentamente para que ele libere o sabor.
3. Quando o alho começar a dourar, acrescente a cebola e sue.
4. Acrescente o tomate e sauteie.
5. Reduza o fogo e adicione a pimenta.
Cozinhe até a consistência desejada acrescente a rúcula e tempere com sal e pimenta.

sexta-feira, julho 02, 2010

02/07/2010 - Chef Leno Dürrewald: inovação permanente

Leno Dürrewald não é só um Chef competente, mas um empresário arrojado e bem-sucedido. Recém chegou da Noruega, aonde acompanhou o Ministro da Pesca Altemir Gregolin em viagem de prospecção. Na Expo Náutica, o Ministro prestigiou o Chef Leno, conferindo a Cozinha Móvel Styllu´s Personnalité, inovação e exclusividade do Grupo Styllu's, no espaço de alimentação mais que especial preparado pela Styllu's Buffet as margens da foz do rio Biguaçu. Na foto Chef Leno Dürrewald e filho ja aprendiz Gabriel Dürrewald da Styllu's Buffet, Ministro da Pesca Altemir Gregolin e o Prefeito de Biguaçu José Castelo Deschamps.(foto divulgação Grupo Styllu's)

02/07/2010 - Passeio à serra catarinense


EDIÇÃO DE 02/07/2010 DA COLUNA COZINHA DE ESTAR/JORNAL NOTÍCIAS DO DIA, por Luciane Daux

(foto www.saojoaquimonline.com.br)
Julho, fins de semana de frio e as férias escolares chegando ... Que tal levar a família até o Planalto Catarinense? São tão belas as paisagens que é de se perder o fôlego pela estrada, repleta de pomares de maçãs, ao chegar na Serra do Rio do Rastro, ou no Parque Pedras Brancas, em Lages, no Morro da Igreja, com seus 1822m em Bom Jardim da Serra, nas cachoeiras de Urubici e nas vinícolas de São Joaquim, entre tantas belezas a serem apreciadas. Se tiver sorte, pode encontrar neve! À mesa, escolha entre um suculento churrasco, pratos a base pinhões, trutas, delícias a serem acompanhadas pelos excelentes vinhos de altitude. Para rebater, um chimarrão. Tudo isso aqui pertinho, no máximo 2 a 3 horas de carro. Casacos à mão, vamos passear na serra catarinense!

Você sabia?
Pesquisas históricas e achados arqueológicos mostram que os indígenas Kaingang e Xokleng, antigos habitantes do planalto catarinense, viviam da caça e da coleta do pinhão. O povo indígena consumia o pinhão na sapecada: o pinhão era coberto com as folhas (grimpas) da araucária e se colocava fogo, assando o pinhão que depois era descascado e consumido na floresta. Esta forma de consumo é muito tradicional atualmente dentre os coletores, que consomem o pinhão durante o trabalho. (Fonte: Slow Food Brasil)

Truta: gostosa e saudável
A truta é um peixe de água doce que possui altos valor nutritivo e teor de proteína, cálcio, fósforo, sais minerais e vitaminas. Apresenta também ácidos graxos do tipo Ômega-3. Tem baixo teor de calorias, o que a torna uma boa opção para dietas de emagrecimento e na redução do colesterol ruim (LDL), nocivo ao coração. (Fonte: http://www.truta.com.br)

Tempo de pinhão: receita de paçoca 
(foto Mario Arthur da Silveira)
Fazer a tradicional paçoca de pinhão é fácil. Anote aí: 2 kg de pinhão cozido e moído, 6 fatias de bacon picadas, 1 kg carne de carne bovina moída,2 calabresas cortadas em pedacinhos, 2 cebolas picadas, 3 dentes de alho amassados, sal, pimenta-do-reino e tempero verde. Frite o bacon, o alho, a carne e a calabresa. Junte a cebola e refogue. Por último, acrescente o pinhão e o tempero verde. Dica das lageanas Cláudia, Rita e Cleunice Floriani Rafaeli.

Para colecionar
Truta ao molho de amêndoas com batata rösti (foto divulgação)
(Chef Thiago Duwe)
6 unidades de filé de truta
3 dente de alho picados
Pimenta e sal a gosto
100 g de manteiga
110 g de amêndoas
Sálvia a gosto
1 limão galego ou siciliano
70 g de queijo parmesão ralado
60 ml de azeite de oliva
8 batatas descascadas pré-cozidas e raladas grosso
100 g de bacon picado
100 g de cebola ralada
1 ovo

1. Pré-cozinhe a bata inteira e rale-as no grosso.
2. Refogue o bacon e em seguida a cebola.
3. Em um recipiente misture a batata ralada o bacon e a cebola, tempere com sal e pimenta a gosto.
4. Em uma frigideira antiaderente em fogo baixo, coloque a mistura formando uma panqueca (não muito grossa), doure um lado e vire, deixe dourar o outro lado, retire da frigideira.
5. Para servir sirva inteira ou cortada em triângulos.
6. Tempere a truta com alho, sal e pimenta do reino branca, grelhe com o azeite de oliva e reserve. Salpique a truta com noz moscada. Numa frigideira derreta a manteiga e acrescente as amêndoas e a sálvia. Tempere com sal, pimenta do reino branca e limão, regue sobre a truta, salpique o queijo parmesão ralado e gratine na salamandra (ou no forno ligado no máximo, com a grade bem em cima, até dourar).

Escondidinho de pinhão (foto Ricardo de Aratanha)
(Receita exclusiva, cedida por Claudia Floriani Rafaeli, de Lages)
1 kg de aipim
1 caixinha de creme de leite
½ copo de requeijão
sal, pimenta
½ kg de filé ou alcatra
1 calabresa
1 prato de pinhão cozido
1 tomate cortado em pedacinhos, sem semente
1 cebola picada
3 dentes de alho
½ pimentão verde
½ pimentão amarelo
tempero verde
queijo ralado

1. Cozinhe o aipim com sal, até ficar desmanchando.
2. Escorra o aipim e passe no espremedor. Misture o requeijão, o creme de leite e a pimenta.
3. Faça um refogado com o alho, a carne, a cebola, o pimentão, a calabresa e o tomate. Coloque pinhão cozido, cortado em rodelas, e o tempero verde.
4. Quando estiver bem cozido, arrume num refratário e cubra com a massa de aipim. Salpique queijo e coloque no forno para dourar.
Sinta-se à vontade para comentar os posts.
(faça seu comentário ao final de cada post, no símbolo da canetinha).

Obrigada pela visita!

Lu